Sexo com o priminho

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Olá, meu nome é… Deixa pra lá, não irei lhes falar meu nome, pelo menos por enquanto não. Eu tenho dezenove anos e sou do interior de São Paulo. Sou uma morena alta, de cabelos cacheados até a altura dos seios, olhos da mesma cor e uma boca que enlouquece o sexo oposto.

Hoje irei lhes contar uma pequena aventura que tive com um primo meu a algumas semanas atrás, lhes garanto que a história é uma delícia de se ler e por favor, fiquem a vontade para imaginar cada detalhe sórdido da história. Agora, por favor se acomodem que já iremos começar…

Eu sempre gostei de provocar aqueles que eu sabia que exercia uma certa influência sexual, e naquele sábado a tarde meu primo virou o meu alvo. Eu como uma safada nata esqueci propositalmente minha toalha de banho, sendo obrigada a pedir ajuda para meu priminho.

— Obrigada pela toalha –disse lhe dando a visão privilegiada do meu corpo, eu usava somente um sutiã tomara que caia branco e meus cabelos soltos, eu sentia seu olhar devorar cada milímetro do meu corpo parando o olhar em meu sexo nu.

O sem-vergonha entende o meu jogo e sorri safado fazendo minha excitação pulsar de desejo, ele me lança uma piscadela fechando a porta do banheiro em seguida. Tomo um banho rapidamente me limpando bem, visto minha calça jeans que me deixa com coxas deliciosas e um crooped ombro a ombro preto, saio do banheiro pronta para ganhar o jogo com meu primo. O encontro no quarto de nossa avó me esperando, como não me entrego fácil finjo que não sei suas intenções e me sento enfrente ao espelho e me maqueio tranquilamente.

— Tomou banho direitinho? – sua voz sai rouca de desejo, sorrio o encarando pelo reflexo do espelho.

— Tomei. Quer dar uma conferida?

Ele se levanta caminhando em minha direção, se senta na beirada da cama me puxando para si, fico em pé entre suas pernas e vagarosamente desabotuo minha calça a deslizando pelas minhas coxas.

— Sem calcinha safada? – seu sorriso faz com que um gemido baixo me escape, confesso que estou morrendo de tesão com o nosso joguinho na casa da vovó.

Seus dedos acariciam meu clitóris inchado fazendo-me enfincar as unhas em seus ombros em busca do meu autocontrole, dois de seus dedos brincam em minha entrada espalhando minha excitação, gemo ao sentir seu dedo me invadir calmamente me torturando seu dedo trabalha calmamente em meu interior me fazendo implorar por mais.

— Oh… Por favor enfia dois dedos – peço inebriada de tesão.

Ele atende ao meu pedido e me penetra com dois dedos, seus movimentos antes suave agora são bruscos, do jeitinho que eu adoro. Gemo baixinho ao passo que ele me fode gostoso com os dedos, eles deslizam cada vez mais fundo devido minha excitação que escorre sedenta por mais.

— Posso provar seu gosto? – sua pergunta quase me fez gozar de desejo, seus dedos estão tão fundo em mim.

— P-pode.

Ele deitou na cama encaixando sua cabeça entre minhas pernas, suas mãos grandes agarram minhas coxas me flexionando em direção ao seu rosto, seus lábios mordem suavemente seus pequenos lábios chupando-os com força logo em seguida. Gemo agarrada a parede ao lado da cama, suas mãos em minha bunda esfregam minha intimidada em sua boca, o ardor que essa fricção me causa só faz com que eu implore para ser fodida do jeitinho que amo: com muita força.

Antes que eu possa questionar o que está acontecendo meu primo se levanta da cama e para em minha frente colocando seu membro para fora da bermuda.

— Chupa daquele jeitinho que só você sabe me chupar, safada! – pediu acertando um tapa em meu rosto, eu como sou uma safada obediente me ajoelhei aos seus pés e comecei meu trabalho sujo.

Apoio minhas mãos espalmadas em suas coxas e lambo a glande do seu pênis, embora meu primo seja quatro anos mais novo que eu o mesmo possui um belo brinquedo para sua idade. Aos poucos acomodo todo o seu tamanho em minha boca, passando a língua envolta do seu comprimento arrancando gemidos roucos do meu primo. Minhas mãos massageiam delicadamente seu testículo enquanto ele fode minha boca, indo fundo com seu pau em minha garganta me fazendo engasgar ele sorri satisfeito, meu priminho sempre gostou de um sexo selvagem e embora ele não admitisse eu sei que ele se amarra em um estupro facial.

— De quatro agora! _ ele retira seu brinquedo de minha boca me empurrando contra a cama de nossa avó.

Suas mãos separam minha bunda me deixando completamente exposta, sinto algo molhar meu ânus e seu membro se esfregar em minha entrada, fazendo-me contrair de tesão e ansiedade. Em uma estocada rápida seu membro me invade de uma só vez me fazendo morder o travesseiro abafando um grito de surpresa, ele apoia suas mãos em meu quadril e começa a se movimentar devagar, aproveitando meu cabelo solto ele o envolve em sua mão puxando-o com força enquanto acelera suas investidas, ele acerta inúmeros tapas em minha bunda fazendo-a arder.

— Essa sua bucetinha é tão gostosa Becca! Ah, porra! Fala que gosta de dar ela pro priminho. Fala! – ele ordena acertando-me mais um tapa em minha bunda.

— Eu amo dar a bucetinha pro meu priminho gostoso! Mete gostosinho mete! – peço rebolando no seu membro, meu orgasmo está cada vez mais próximo.

Ele me puxa ficando de pé me empurrando contra a parede fria, ele segura minha coxa na altura de seu quadril e volta a me penetrar lentamente, essa posição permite que seu membro vá mais fundo atingindo em cheio meu ponto G, seus dedos trabalham magicamente em meu clitóris em uma massagem alucinante, não demora para que eu me desmanche em um orgasmo arrebatador, mordo seu ombro abafando meus gemidos de prazer.

Meu primo aproveita meu orgasmo para me virar de costas e se enfiar lentamente em meu ânus.

— Filha da puta eu te mato! –rosno enfiando as unhas em seu antebraço.

— Calma, gatinha! Daqui a pouco passa – fala próximo ao meu ouvido me fazendo arrepiar, o filha da mãe sabe que meu pescoço é meu ponto fraco.

Seus lábios deslizam pelo meu pescoço ao passo que ele começa a se movimentar devagar, seus dedos massageiam meu clitóris enquanto três dedos me invadem arrancando-me um gemido rouco de prazer, ao passo que ele acelera suas estocadas ele aumenta a velocidade de seus dedos.

— Está gostando priminha? – não respondo sua pergunta, apenas gemo cada vez mais alto sentindo outro orgasmo se aproximar, suas estocadas mostram que ele também está perto de gozar.

Rebolo sentindo seu membro deslizar fundo fazendo uma dorzinha surgir, ele acelera seus movimentos me fazendo gozar novamente sinto suas mãos apertarem minha cintura enquanto ele estoca fundo uma última vez, sinto os jatos grossos de esperma me preencherem.

— Essa é a visão mais linda do mundo – fala hipnotizado olhando seu esperma escorrer pelo meu ânus, melecando minha vagina.